sábado, 16 de maio de 2015

Entendendo os propósitos de Deus

Vamos começar pelo começo, e procurar entender os propósitos de Deus quando institui a

família como base para a multiplicação da espécie humana.

Há verdades estabelecidas que não se pode refutar, no entanto muitas vezes são ignoradas, para se dar lugar a tendências evolucionistas culturais, preterindo-se por estas, às Sagradas Escrituras.

Como vamos falar um pouco sobre família, nos convém conhecer suas origens e bases, nas quais originalmente ela se assenta. 

Na sua infinita bondade, o Senhor Deus concebeu a criação do  Universo, com todos os seus corpos animados e inanimados, o recheou de elementos físicos e espirituais, dimensionando tudo dentro de um perfeito plano com propósito. Que deixarei à cargo das criatividade e interpretação individual. Toda via é necessário que se esclareça algumas destas verdades estabelecidas conforme o que se diz: 'E disse Deus: - Façamos o homem (classe e gênero do primeiro ser humano criado por Deus), à nossa imagem e semelhança; e domine sobre os peixes do mar e as aves do céu, e sobre o gado e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre terra (Gn. 1:26)'.

Não é preciso nenhuma formação acadêmica para se entender este verso dentro do contexto que se propõe. Ainda, quando finalizando sua criação, Deus revela que o ponto precioso, o centro do objetivo, a cora de sua criação é o homem (raça humana); a quem criou, só depois de ter-lhe preparado tudo o que lhe seria necessário a subsistência e lhe pôs dominante sobre tudo.Conclui-se daí que: - O homem (classe e gênero do primeiro ser humano criado por Deus) foi primeiramente criado segundo a imagem e semelhança de Deus; e é por divina natureza dominante (domine sobre os peixes do mar e as aves do céu, e sobre o gado e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre terra) e que todo o Universo, toda natureza, presentes na criação, foram criados em função do homem. 

Depois de concluir sua criação, Deus observou que faltava algo importante, para que houvesse equilíbrio à natureza. Então disse: 'Não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele(Gn. 2:18)'. Reforçando a afirmação contida no parágrafo à cima, deve-se receber como perfeita a declaração de Deus, sem distorções ou tendenciosismos. A questão sexual, ainda estava a milênios de tornar-se objeto de disputa ambiciosa pelo poder e Deus claramente demonstra as finalidades pelas quais a mulher foi criada: 1) A primeira finalidade: - acabar com a solidão do homem: - "Não é bom que o homem esteja só"  2) A segunda finalidade: -Ser companheira em todas as horas estar pronta sempre a ajudar nas necessidades que surgirem: - "Far-lhe-ei uma ajudadora" [Em algumas traduções companheira]   3) A terceira finalidade: - Ser "Idônea": - Do Latin 'idoneus' Que significa: Próprio para, apto para, útil, conveniente, favorável - Note-se que o termo 'idônea' representa qualidades morais que esta companheira precisa ter (foi criada para ter), para que possa então, ao lado de seu marido, constituir uma família segundo os propósitos de Deus. Na língua portuguesa ainda se traduz 'idônea'como 'pessoa moralmente correta', 'honesta', 'íntegra'. 

Este estudo traduz o padrão estabelecido por Deus conforme se vê, sem nenhuma tendenciosismo, puramente exegético de natureza teológica, sem conjectura alguma que dê lugar a refutações filosóficas. Este é o modelo, o padrão da "ajudadora", que Deus fez para o homem. (E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. - Gênesis 2: 18)

Nota ao leitor: Não é ético, mas reprovável conjecturar com relação às Escrituras Sagradas, procurando dessa forma adequar-se o Texto Sagrado às próprias conveniências. Seja por questões ministeriais, intelectuais ou vaidade. Por isso a exegese que pratico é unicamente baseada nos textos bíblicos, desprovida de vaidade, tendenciosismo ou ambição alguma. Há eventual auxílio de dicionário da língua portuguesa, respeitando com tudo, a tradução original da fonte usada (Bíblia de Estudo Shedd - 2ª edição - 1997). 

Na próxima postagem: A instituição da família (Deus lhes abençoe!)